quarta-feira, 25 de julho de 2012

A produção de alimentos é realmente uma questão séria e polêmica



O crescimento populacional do mundo tem mexido com questões polêmicas e cruciais para a humanidade. As estimativas de que seremos 9 bilhões de pessoas em 2050 exige de todos nós uma compreensão das nossas enormes demandas nutricionais para que possamos alcançar alimentos em volume suficiente, que sejam nutritivos, seguros, sustentáveis e economicamente viáveis.
Quando analisamos a produção de alimentos, é preocupante a perda de 30 a 50% das colheitas antes que alcancem a nossa mesa. A logística deve melhorar. Enquanto a demanda está crescendo, a disponibilidade de recursos naturais como água e terra produtiva está diminuindo. Inundações quadruplicaram nas últimas 3 décadas, períodos de seca estão mais rigorosos e prolongados. Para proteger nossos recursos naturais e sermos sustentáveis, precisamos desmatar menos e sermos muito eficientes em nossas lavouras.
Do ponto de vista nutricional, é irreal a ideia de que nossas terras estejam em seu limite de produção e de que nossos alimentos perderam qualidade. Na realidade, não precisamos de nenhum suplemento nutricional quando nos alimentamos corretamente, pois nossos alimentos, provenientes das lavouras, têm pleno poder nutricional, seja ele orgânico ou oriundo das lavouras com cultivo tradicional.
Do ponto de vista da segurança alimentar é preciso analisar os riscos dos alimentos frente ao uso de defensivos agrícolas para que não tenhamos uma visão irreal do tema. Há uma verdadeira onda de temor de intoxicação alimentar com o uso dos agrotóxicos, mas não temos conhecimento de nenhum quadro de intoxicação alimentar causado por esta forma de cultivo. Apesar disso, precisamos de garantias de que o nosso produtor esteja utilizando o produto certo e em quantidade correta e respeitando o período de carência entre a aplicação dos agrotóxicos e a sua colheita e consumo.   
Empresas pesquisam grãos resistentes e mais ricos em nutrientes. Mas a inovação tecnológica não será capaz de resolver todos os problemas. A  produção de alimentos geneticamente modificados divide opiniões e traduz a grande dificuldade que é mexer em nossos alimentos. Qualquer resposta a esses problemas não pode deixar de contemplar os pequenos produtores que cultivam grande parte dos alimentos do mundo, através do compartilhamento de novos conhecimentos que podem torná-los mais produtivos, eficientes e seguros.

terça-feira, 17 de julho de 2012

A importância do uniforme no ambiente gastronômico



A utilização de uniformes existe desde a antiguidade, mas desde aquela época até pouco tempo atrás os uniformes tinham a simples função de padronização do indivíduo. Atualmente a utilização de uniformes, principalmente em negócios gastronômicos tem uma função muito mais ampla que abrange desde a segurança e conforto até o fortalecimento da marca do estabelecimento.
Nos restaurantes a utilização de uniformes é essencial, tanto para diferenciar colaboradores de clientes quanto para definir a atividade do indivíduo em cada setor do restaurante.

No setor de produção de alimentos, principalmente no que diz respeito à segurança alimentar, os uniformes das áreas de produção de alimentos possuem a cor branca, simplesmente para que a sujeira seja notada com facilidade e o uniforme substituído constantemente. Esta também é uma das funções do avental, que protege o uniforme principal. O tipo de tecido utilizado para elaboração do uniforme também é fundamental. Nas áreas de produção, onde a alta temperatura ambiente e o risco de incêndio são comuns, os tecidos de algodão são mais recomendados. Os tecidos sintéticos devem ser evitados para a área de produção de alimentos devido à sua alto inflamabilidade. Quando falamos de uniformes também não devemos nos esquecer dos calçados. É muito comum a utilização nas cozinhas de botas brancas emborrachadas, que por sinal atendem bem. Mas o ideal são botas de couro com ferro nas pontas, visando a proteção dos pés contra acidentes com panelas e facas. O solado das botas devem ser emborrachados, visando evitar quedas e também choques elétricos. Assim como as botas, outros acessórios complementam o uniforme na área de produção, como luvas e toucas. O importante é sempre associar a funcionalidade do uniforme com o conforto para quem irá utilizá-lo.

Nos salões dos restaurantes a utilização dos uniformes por parte dos garçons e atendentes tem o papel de diferenciá-los do restante do público, desta forma o cliente não sente dificuldade em identificar um garçom no ambiente.
Os tipos de tecido a serem utilizados pelos garçons no salão já adotam outras funcionalidades, permitindo uma maior variedade de tecidos e cores. Os tecidos sintéticos são úteis principalmente por não amassarem com facilidade, além de permitirem uma grande variedade de cores, em contrapartida aquecem bastante. Tecidos em tricoline, brim e sarja proporcionam bastante conforto e visual mais sofisticado.
A personalização de uniformes é a grande tendência atual. Restaurantes estão investindo em uniformes personalizados para seus colaboradores, trazendo o fortalecimento da marca, a harmonização com o ambiente e com o conceito do restaurante.


Fonte: GR Gestão de Restaurantes


terça-feira, 10 de julho de 2012

Antioxidantes e Radicais Livres

Existem certos alimentos que contêm uma quantidade excepcionalmente grande em antioxidantes. Aqui estão cinco dos alimentos antioxidantes:

A maioria dos antioxidantes comumente conhecidos
• Vitamina A e carotenóides, encontrada em alimentos como cenoura, abóbora, brócolis, batata doce, tomate, couve, melão, pêssegos e damascos
• Vitamina C
As frutas cítricas como laranja e limão, etc, pimentão verde, brócolis, vegetais de folhas verdes, morangos e tomates
• Vitamina E
Nozes e sementes, grãos integrais, vegetais verdes folhosos, óleos vegetais e óleo de fígado
• Selênio
Peixes e crustáceos, carne vermelha, cereais, ovos, frango e alho

Outros antioxidantes:
Alguns fitoquímicos:
• Flavonóides / polifenóis: Soja, vinho tinto, uvas, romã, cranberries, chá
• Licopeno: Tomate e seus produtos, caqui, melancia
• Luteína: Vegetais verde-escuros, como couve, brócolis, kiwi, broto de bruxelas e espinafre
• Lignanas: Semente de linho, aveia, cevada, centeio

Mais antioxidantes:
• Coenzima Q10 ( CoQ10 )
• Glutationa

As enzimas endógenas antioxidantes:
• Superóxido dismutase (SOD)
• Catalase
• Glutationa peroxidase

Clique na imagem.

Já que os antioxidantes são encontrados em abundância no feijão, grãos, frutas e legumes, procure variar sua dieta, inclua frutos com cores brilhantes - luteína em alguns dos pigmentos amarelos encontrados no milho, laranja melão, abóbora e manga; vermelha do licopeno de tomate e melancia. É melhor obter esses antioxidantes dos alimentos, ao invés de suplementos.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Massa ao molho de camarão



- 300g do macarrão da sua preferência
- 1 colher (sopa) de margarina
- 1 cebola pequena picada
- 1 dente de alho picado
- 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 1 vidro de leite de coco (200 ml)
- 1/2 xícara (chá) de creme de leite
- 400g de camarão miúdo limpo
- Sal, pimenta-do-reino
- Cebolinha picada a gosto

Modo de preparo:

Aqueça a margarina em uma panela e refogue a cebola e o alho por 5 minutos. Polvilhe a farinha e frite por 2 minutos. Abaixe o fogo, despeje o leite de coco aos poucos e vá misturando com o creme de leite, mexendo até engrossar.
Adicione o camarão, sal, pimenta e cozinhe por aproximadamente 5 minutos. Tire do fogo, coloque a cebolinha e pronto! Cubra a massa e se preferir adicione queijo parmesão.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

SIAL 2012

Durante 4 dias, mais de 400 marcas expositoras trouxeram ao Brasil novidades e tendências mundiais no setor de Alimentos e Bebidas. O SIERC marcou presença no evento.













Mudar sistema de impostos nos alimentos pode aumentar renda e qualidade de vida da população





Como o nome já diz, as taxas do imposto é algo imposto. Quem impõe é o Estado ao qual delegamos a gerência maior de nossa sociedade e para isso ele capta recursos do que é gerado pela sua economia interna para fazer esta administração que é uma mediação entre todos.
Na área de alimentos há muito a ser feito e pensado para que a arrecadação de impostos deixe de ser de interesse exclusivamente da chamada máquina governamental, para ser de fato de interesse público.
A verdade é que a estratégia de taxação dos produtos pode ser uma forma hábil para induzir a sociedade a seu próprio aperfeiçoamento.

Vejamos: no Brasil, de cada R$ 100 reais gastos com conta de luz, R$ 64,00 ficam com o Governo como impostos. Nos Estados Unidos, a média de impostos sobre alimentos é de 0.7%. Na Europa é de 5%. No Brasil é de 17% sobre o valor dos alimentos. A princípio esta diferença norteia duas questões primeiras: o quanto o governo precisa arrecadar daquilo que mais se vende e todos compram, e o quando o governo quer facilitar e acessar alimentos para sua população.

Se hoje, o que está em estudos em Brasília, fossem eliminados os principais impostos dos alimentos presentes na cesta básica do trabalhador teríamos um aumento imediato de renda da família deste da ordem de 15% aproximadamente.

Por outro lado há a situação de que o imposto é o mesmo tanto faz o alimento. Países como Dinamarca e Bélgica vem procurando modernizar suas leis e estão fazendo o seguinte: menos impostos para alimentos mais saudáveis, mais impostos para alimentos processados e gordurosos. A intenção desta política é taxar impostos com critério qualificado oferecendo incentivo a população que coma mais e melhor, pois assim também estará reduzindo a sua conta de saúde. Pois quem come mal, com certeza fica mais doente e menos produtivo, aumentando as despesas de hospitais públicos e planos de saúde.

Por enquanto no Brasil a única distinção maior é entre produtos brasileiros e produtos importados. Privilegia-se aquilo que é produzido no país e cobra-se mais caro aquilo que vem de fora e não é considerado prioritário. Assim, temos um critério basicamente nacionalista e não de juízo de importância, qualidade ou necessidade para um estilo de vida do século XXI.

Outra questão é a não exposição do valor dos impostos na embalagem dos produtos. Ali é preciso ter a transparência na composição do produto,mas não há transparência nas taxações de impostos colocadas em seu preço.Ou seja, não dá a oportunidade ao consumidor de saber como está impactando sua compra na gerência de estratégia pública dos alimentos.

Enfim, trata-se de um assunto complexo porém evitá-lo deixa o Brasil pelo menos 50 anos atrasado neste aspecto e incentiva igualdade de condições de mercado para produtos saudáveis e não saudáveis. Cabe ao Governo tomar partido e induzir a sociedade na direção que acredita ser melhor para suas famílias e seus cidadãos.

terça-feira, 26 de junho de 2012

A maior feira de alimentos e bebidas do mundo, agora no Brasil.



O SIAL Brazil é uma feira sem precedentes no País. Tendo como referência o SIAL Paris, o maior evento de alimentos e bebidas no mundo, a edição brasileira vai reunir, num só lugar, todos os segmentos deste mercado, apresentando as últimas novidades e tendências do setor.

Pela primeira vez no Brasil, o Salão Internacional de Alimentação para a América Latina é fruto de uma parceria inédita entre a BTS Informa, maior promotora de feiras no setor de alimentação no País, e a Comexposium, quinto maior grupo europeu no setor de feiras de negócios.

Em 4 dias de evento, decisores de compras de diversas origens estarão frente a frente com o mercado brasileiro, um dos maiores e mais promissores do mundo, e porta de entrada para os negócios na América Latina.

Se sua empresa quer conquistar novos clientes, incrementar as vendas e fortalecer a presença internacional, falando diretamente com o canal varejo, o SIAL Brazil tem de fazer parte da sua estratégia de marketing em 2012.

O SIERC-RS/SC está visitando a feira em São Paulo, logo teremos novidades.