terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Curiosidade



O broto rejuvenesce, dá músculo e energia.

Os brotos são uma nova tendência alimentar, a life food (comida viva), importada de Nova York por naturalistas e vegetarianos. Conservam mais nutrientes como vitaminas e minerais que garantem muito mais benefícios ao corpo. Exemplo de brotos: alfafa, feijão, girassol...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

“O desperdício é assombroso!”

Metade da comida do mundo vai parar no lixo, diz relatório.
Um relatório de uma organização britânica indica que até metade de toda a comida produzida a cada ano no mundo, ou cerca de dois bilhões de toneladas, vão parar no lixo.
O documento, intitulado Global Food; Waste not, Want not (“Alimentos Globais; Não Desperdice, Não Queira”, em tradução livre), diz que o desperdício está ocorrendo devido a uma série de motivos, entre eles as condições inadequadas de armazenamento e a adoção de prazos de validade demasiadamente rigorosos.
Outro problema é a preferência dos consumidores por alimentos com um formato ou cor específicos. O estudo diz que até 30% das frutas, verduras e legumes plantados na Grã-Bretanha sequer são colhidos por causa de sua aparência.
O desperdício de alimentos também implica em desperdício de recursos usados para a produção deles, como água, áreas para agricultura e energia, alertou o relatório publicado pela Institution of Mechanical Engineers, uma organização que representa engenheiros mecânicos e reúne cem mil membros no Reino Unido.
Ofertas nos supermercados
A ONU prevê que até 2075 a população mundial chegue a 9,5 bilhões de pessoas, um acréscimo de 3 bilhões em relação à população atual, o que reforça a necessidade de se adotar uma estratégia para combater o desperdício de alimentos e, assim, tentar evitar o aumento da fome no mundo.
De acordo com o relatório, o equivalente a entre 30% e 50% dos alimentos produzidos no mundo por ano, ou seja, entre 1,2 bilhão e 2 bilhões de toneladas, nunca são ingeridos. Além disso, nos Estados Unidos e na Europa, metade da comida que é comprada acaba sendo jogada fora.
Tim Fox, diretor de Energia e Meio Ambiente da Institution of Mechanical Engineers, disse que o desperdício é "assombroso". "Isto é comida que poderia ser usada para alimentar a crescente população mundial além de aqueles que atualmente passam fome."
"As razões desta situação variam das técnicas insatisfatórias de engenharia e agricultura à infraestrutura inadequada de transporte e armazenamento, passando pela exigência feita pelos supermercados de que os produtos sejam visualmente perfeitos e pelas promoções de 'compre um, leve outro grátis', que incentivam os consumidores a levar para casa mais do que precisam", disse.
Água
O relatório alertou que atualmente 550 bilhões de metros cúbicos de água estão sendo desperdiçados na produção de alimentos que vão para o lixo. E o problema pode se agravar. Segundo a Institution of Mechanical Engineers, o consumo de água no mundo chegará a até 13 trilhões de metros cúbicos por ano em 2050 devido ao crescimento da demanda para produção de alimentos. Isso representa até 3,5 vezes o total de água consumido atualmente pela humanidade e gera o temor de mais escassez do recurso no futuro.
O alto consumo de carne tem grande influência nesse aumento de demanda, visto que a produção de carne exige mais água do que a produção de alimentos vegetais. "À medida que água, terra e energia passam a ser mais disputados devido à demanda da humanidade, os engenheiros tem um papel crucial a desempenhar no sentido de prevenir a perda e o desperdício de alimentos, desenvolvendo formas mais eficientes de produção, transporte e armazenamento", disse Fox.
Fonte Terra


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

24 Anos do SIERC-RS/SC



Hoje, dia 3 de Janeiro de 2013, o SIERC-RS/SC completa 24 anos de existência
 marcada por muitas lutas  em benefício do segmento de refeições coletivas.
 Com o apoio de todas as empresas chegamos a mais um aniversário, com a certeza do dever cumprido.
Agradecemos a parceria e a confiança depositada ao longo desses anos.
SIERC-RS/SC 

   

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Legumes e verduras na alimentação infantil


   Não é por causa da idade que as crianças estão livres de problemas como obesidade e colesterol alto. Por isso, é importante que desde a infância as pessoas tenham o hábito de consumir alimentos saudáveis, como legumes e verduras. Além de prevenir possíveis doenças, esse tipo de comida contém vitaminas e sais minerais que ajudam nas diversas fases de crescimento.

  A presença de vitamina C, por exemplo, facilita a absorção de ferro pelo organismo, reforça as defesas do corpo e favorece o crescimento normal dos ossos. A substância é encontrada no agrião, alface, pimentão, rúcula, repolho, entre outros. A vitamina A, por sua vez, é essencial para a visão humana, previne doenças respiratórias e mantém a saúde da pele, do cabelo e das mucosas em geral. Ela aparece em itens como espinafre, tomate e cenoura. O flúor, um mineral disponível também na couve-flor, beterraba e brócolis, atua inclusive na boa formação dos dentes. 

   De acordo com a nutricionista Juliana Zupo, da clínica RB Nutri, de São Paulo, para legumes e verduras renderem o efeito desejado é necessário que a criança consuma, pelo menos, três porções diárias desses alimentos. Ou seja, a cada refeição, a nutricionista recomenda uma colher de sopa de legumes cozidos, uma a duas colheres de sopa de legumes crus, um pires de café com folhas cruas e uma colher de sopa com folhas cozidas ou refogadas.

Pratos com visual caprichado

   Por mais importantes que sejam na dieta, legumes e verduras, em geral, não ocupam o primeiro lugar na lista de preferências do cardápio infantil. Desse modo, conforme ressalta Juliana, para ajudar as crianças a comerem melhor nessas horas vale, claro, o bom exemplo dos pais. “Desse modo, vale lembrar que legumes e verduras devem estar presentes na alimentação de toda a família para dar o bom exemplo”, diz.

   Outra dica para que esses alimentos entrem no dia a dia dos pequenos é, caso haja recusa no consumo, não insistir. “Não force, nem deixe que o momento da refeição se transforme em um trauma para seu filho. O ideal é oferecer a comida em outra oportunidade, ou até mesmo tentar um novo modo de preparo”, sugere a nutricionista.

   O modo de preparo, aliás, pode estar associado a alimentos com os quais a criança já está acostumada. Se as rodelas de cenoura e o tomate cortado em cubinhos vierem acompanhando hambúrgueres, massas ou bolinho de frango talvez se tornem opções bem mais interessantes. Bater cenoura, beterraba, algumas folhas de couve ou alface em conjunto com sucos de frutas naturais é mais uma ideia.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A Alimentação no Combate ao Câncer


  

  Para todo organismo, é sempre importante obter todos os nutrientes necessários à manutenção da saúde. Mas quando o corpo não está saudável, a alimentação se torna ainda mais crucial para o bem-estar. É o caso de pessoas em tratamento contra o câncer ou que já passaram por ele. Se antigamente o nome da doença nem era falado, hoje o tabu não existe mais. O câncer pode acometer qualquer um e é importante que saibamos a melhor maneira de lidar com ele.

  De acordo com a American Cancer Society, para começar o paciente de câncer deve procurar controlar a ansiedade e evitar seguir todos os artigos que apresentam dietas milagrosas. Em termos de alimentação, as condições de quem está passando por quimio ou radioterapia, ou usando outras formas de medicação específicas, diferem bastante daquelas das pessoas com saúde ou portadores de outras doenças.

  “Devido aos efeitos colaterais frequentes nos tratamentos contra o câncer, muitas vezes não é de alimentos de qualidade nutricional elevada que os pacientes precisam, mas sim de alimentos mais gordurosos, ou, dependendo do tipo de câncer, alimentos de fácil deglutição”, explica a nutricionista oncológica Maria da Graça Herculano.

  Independentemente dessas particularidades, ela recomenda às pessoas em tratamento, de maneira geral, procurar reforçar a ingestão de alimentos ricos em antioxidantes, como por exemplo a vitamina C. E também carotenoides, que ajudam a prevenir danos às células do corpo. Laranja, acerola, tomate, cenoura, mamão, beterraba, manga, brócolis, espinafre e pimentão são alguns exemplos que atendem à recomendação da nutricionista. “É importante cuidar da alimentação também após o tratamento, pois quem já passou por isso corre o risco de apresentar a doença mais uma vez”.

  Fibras solúveis como a aveia também são benéficas para o organismo em fase de tratamento, pois além de reduzir o risco de doenças cardíacas ( s níveis de colesterol no sangue) também são benéficas para a função intestinal, uma das áreas mais comumente afetada pela quimioterapia, por exemplo. Boas fontes de fibras são os feijões, legumes, cereais integrais e frutas.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Café da Manhã Reduz Estresse


   O café da manhã, às vezes, dá preguiça de preparar ou falta tempo para fazer. Há também pessoas que reclamam de não sentir fome logo depois de acordar. Ficar sem comer, no entanto, é a pior escolha. Isso porque um bom desjejum pode, além de outros benefícios, reduzir o estresse do dia a dia, de acordo com Dan Waitzberg, médico e professor de gastroenterologia da Universidade de São Paulo (USP).

   Segundo ele, ter a barriga vazia por um período maior do que as horas que você já passa dormindo causa irritabilidade e falta de paciência, e aquele compromisso logo cedo pela manhã pode ser ainda mais desagradável.

   A quem acorda por volta das 7h ou 8h e está com pouca fome, Waitzberg sugere uma refeição simples, como um suco de laranja acompanhado de biscoitos. Além de conter antioxidantes, os nutrientes da fruta são de digestão ligeira, capazes de criar disposição para as primeiras tarefas. “É interessante complementar o cardápio. Lá pelas 10 da manhã a pessoa então come um sanduíche de ricota, por exemplo, e toma seu café com leite”, acrescenta Waitzberg, que atua ainda no Grupo de Nutrição Humana (Ganep).

   O especialista explica que, após as oito horas normais de sono, há uma redução do nível de glicose no sangue. Isso gera a sensação de fome pela manhã. Doses de álcool na noite anterior ou um jantar com muitos alimentos ricos em gordura ou proteína são responsáveis pela perda do apetite quando o despertador toca.

Preparando o café da manhã

   O melhor momento para preparar a refeição é na véspera, quando a preguiça de quem acabou de tirar a cabeça do travesseiro ainda não bateu. Ao chegar do trabalho em casa, ou nos intervalos do seu programa de TV favorito, escolha opções de fruta para comer no dia seguinte. Você pode até deixá-las descascadas, se não houver tempo pela manhã. Separe o iogurte, misture o recheio do pão com algum tempero e deixe, na geladeira, o sanduíche pronto.

   O médico indica leite por ser boa base de cálcio. Com relação a ovos, em sua opinião, podem ser consumidor até três ou quatro durante a semana. Pão integral e queijos menos gordurosos, como o branco ou a ricota, também são fáceis de incluir na dieta.

   A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) e o Instituto Americano para Pesquisa do Câncer (AICR), inclusive, recomendam frutas e cereais integrais. De acordo com Waitzberg, o hábito em países frios de caprichar no bacon, na maionese e na linguiça no café da manhã tem a ver com a proteção contra a baixa temperatura. Afinal, alimentos ricos em gordura são do tipo de comida que gera maior calor para o corpo.

   Em áreas tropicais, isso não se justifica. Nem para a saúde. Pois independente do termômetro, o abuso no consumo de gordura faz mal ao organismo. Quem tem um sistema de aquecimento eficiente e bons casacos sabe que existem métodos melhores. 

   Na Europa ou nos Estados Unidos, a alimentação altamente calórica pela manhã também está ligada a valores culturais que vêm de séculos distantes. “No passado, isso condizia com as atividades de fábrica na revolução industrial ou o trabalho do campo. Naquela época, um operário gastava quatro mil calorias diárias. Hoje, com boa parte da operação mecanizada, o trabalhador braçal não gasta mais do que três mil”, explica o médico.